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Lista de Exercícios Era Vargas no ENEM

Lista de Exercícios Era Vargas no ENEM

 

1. (Enem 2018)  O marco inicial das discussões parlamentares em torno do direito do voto feminino são os debates que antecederam a Constituição de 1824, que não trazia qualquer impedimento ao exercício dos direitos políticos por mulheres, mas, por outro lado, também não era explícita quanto à possibilidade desse exercício. Foi somente em 1932, dois anos antes de estabelecido o voto aos 18 anos, que as mulheres obtiveram o direito de votar, o que veio a se concretizar no ano seguinte. Isso ocorreu a partir da aprovação do Código Eleitoral de 1932.

 

Disponível em: http://tse.jusbrasil.com.br.Acesso em: 14 maio 2018.

 

 

Um dos fatores que contribuíram para a efetivação da medida mencionada no texto foi a

a) superação da cultura patriarcal.   

b) influência de igrejas protestantes.    

c) pressão do governo revolucionário.    

d) fragilidade das oligarquias regionais.    

e) campanha de extensão da cidadania.    

 

2. (Enem 2018) 

Essa imagem foi impressa em cartilha escolar durante a vigência do Estado Novo com o intuito de

a) destacar a sabedoria inata do líder governamental.    

b) atender a necessidade familiar de obediência infantil.    

c) promover o desenvolvimento consistente das atitudes solidárias.    

d) conquistar a aprovação política por meio do apelo carismático.    

e) estimular o interesse acadêmico por meio de exercícios intelectuais.    

 

3. (Enem 2017)  Estão aí, como se sabe, dois candidatos à presidência, os senhores Eduardo Gomes e Eurico Dutra, e um terceiro, o senhor Getúlio Vargas, que deve ser candidato de algum grupo político oculto, mas é também o candidato popular. Porque há dois “queremos”: o “queremos” dos que querem ver se continuam nas posições e o “queremos” popular... Afinal, o que é que o senhor Getúlio Vargas é? É fascista? É comunista? É ateu? É cristão? Quer sair? Quer ficar? O povo, entretanto, parece que gosta dele por isso mesmo, porque ele é “à moda da casa”.

 

A Democracia. 16 set. 1945. apud GOMES. A.C.; D’ARAÚJO, M. C. Getulismo e trabalhismo. São Paulo: Ática. 1989.

 

 

O movimento político mencionado no texto caracterizou-se por

a) reclamar a participação das agremiações partidárias.    

b) apoiar a permanência da ditadura estadonovista.    

c) demandar a confirmação dos direitos trabalhistas.    

d) reivindicar a transição constitucional sob influência do governante.    

e) resgatar a representatividade dos sindicatos sob controle social.   

 

4. (Enem 2017)  Durante o Estado Novo, os encarregados da propaganda procuraram aperfeiçoar-se na arte da empolgação e envolvimento das “multidões” através das mensagens políticas. Nesse tipo de discurso, o significado das palavras importa pouco, pois, como declarou Goebbels, “não falamos para dizer alguma coisa, mas para obter determinado efeito”.

 

CAPELATO, M. H. Propaganda política e controle dos meios de comunicação. In: PANDOLFI. D. (Org.). Repensando o Estado Novo. Rio de Janeiro: FGV. 1999.

 

 

O controle sobre os meios de comunicação foi uma marca do Estado Novo, sendo fundamental à propaganda política, na medida em que visava

a) a conquistar o apoio popular na legitimação do novo governo.   

b) ampliar o envolvimento das multidões nas decisões políticas.   

c) aumentar a oferta de informações públicas para a sociedade civil.   

d) estender a participação democrática dos meios de comunicação no Brasil.    

e) alargar o entendimento da população sobre as intenções do novo governo.   

 

5. (Enem 2016)  A regulação das relações de trabalho compõe uma estrutura complexa, em que cada elemento se ajusta aos demais. A Justiça do Trabalho é apenas uma das peças dessa vasta engrenagem. A presença de representantes classistas na composição dos órgãos da Justiça do Trabalho é também resultante da montagem dessa regulação. O poder normativo também reflete essa característica. Instituída pela Constituição de 1934, a Justiça do Trabalho só vicejou no ambiente político do Estado Novo instaurado em 1937.

 

ROMITA, A. S. Justiça do Trabalho: produto do Estado Novo. In: PANDOLFI, D. (Org.). Repensando o Estado Novo. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1999.

 

 

A criação da referida instituição estatal na conjuntura histórica abordada teve por objetivo

a) legitimar os protestos fabris.   

b) ordenar os conflitos laborais.   

c) oficializar os sindicatos plurais.   

d) assegurar os princípios liberais.    

e) unificar os salários profissionais.   

 

6. (Enem 2016)  Em 1935, o governo brasileiro começou a negar vistos a judeus. Posteriormente, durante o Estado Novo, uma circular secreta proibiu a concessão de vistos a “pessoas de origem semita”, inclusive turistas e negociantes, o que causou uma queda de  da imigração judaica ao longo daquele ano. Entretanto, mesmo com as imposições da lei, muitos judeus continuaram entrando ilegalmente no país durante a guerra e as ameaças de deportação em massa nunca foram concretizadas, apesar da extradição de alguns indivíduos por sua militância política.

 

GRIMBERG, K. Nova língua interior: 500 anos de história dos judeus no Brasil. In: IBGE. Brasil: 500 anos de povoamento. Rio de Janeiro: IBGE, 2000 (adaptado).

 

 

Uma razão para a adoção da política de imigração mencionada no texto foi o(a)

a) receio do controle sionista sobre a economia nacional.   

b) reserva de postos de trabalho para a mão de obra local.   

c) oposição do clero católico à expansão de novas religiões.   

d) apoio da diplomacia varguista às opiniões dos líderes árabes.   

e) simpatia de membros da burocracia pelo projeto totalitário alemão.   

 

7. (Enem 2015)  Bandeira do Brasil, és hoje a única. Hasteada a esta hora em todo o território nacional, única e só, não há lugar no coração do Brasil para outras flâmulas, outras bandeiras, outros símbolos. Os brasileiros se reuniram em torno do Brasil e decretaram desta vez com determinação de não consentir que a discórdia volte novamente a dividi-lo!

 

Discurso do Ministro da Justiça Francisco Campos na cerimônia da festa da bandeira, em novembro de 1937. Apud OLIVEN, G. R. A parte e o todo: a diversidade cultural do Brasil Nação. Petrópolis: Vozes, 1992.

 

 

O discurso proferido em uma celebração em que as bandeiras estaduais eram queimadas diante da bandeira nacional revela o pacto nacional proposto pelo Estado Novo, que se associa à

a) supressão das diferenças socioeconômicas entre as regiões do Brasil, priorizando as regiões estaduais carentes.   

b) orientação do regime quanto ao reforço do federalismo, espelhando-se na experiência política norte-americana.   

c) adoção de práticas políticas autoritárias, considerando a contenção dos interesses regionais dispersivos.   

d) propagação de uma cultura política avessa aos ritos cívicos, cultivados pela cultura regional brasileira.   

e) defesa da unidade do território nacional, ameaçado por movimentos separatistas contrários à política varguista.   

 

8. (Enem 2015)  A Justiça Eleitoral foi criada em 1932, como parte de uma ampla reforma no processo eleitoral incentivada pela Revolução de 1930. Sua criação foi um grande avanço institucional, garantindo que as eleições tivessem o aval de um órgão teoricamente imune à influência dos mandatários.

TAYLOR, M. Justiça Eleitoral. In: AVRITZER, L.; ANASTASIA, F. Reforma política no Brasil. Belo Horizonte: UFMG, 2006 (adaptado).

 

 

Em relação ao regime democrático no país, a instituição analisada teve o seguinte papel:

a) Implementou o voto direto para presidente.   

b) Combateu as fraudes sistemáticas nas apurações.   

c) Alterou as regras para as candidaturas na ditadura.   

d) Impulsionou as denúncias de corrupção administrativa.   

e) Expandiu a participação com o fim do critério censitário.   

 

9. (Enem 2013) 

Na imagem, da década de 1930, há uma crítica à conquista de um direito pelas mulheres, relacionado com a

a) redivisão do trabalho doméstico.   

b) liberdade de orientação sexual.   

c) garantia da equiparação salarial.   

d) aprovação do direito ao divórcio.   

e) obtenção da participação eleitoral.   

 

10. (Enem 2012)  Fugindo à luta de classes, a nossa organização sindical tem sido um instrumento de harmonia e de cooperação entre o capital e o trabalho. Não se limitou a um sindicalismo puramente “operário”, que conduziria certamente a luta contra o “patrão”, como aconteceu com outros povos.

 

FALCÃO, W. Cartas sindicais. In: Boletim do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio. Rio de Janeiro, 10 (85), set. 1941 (adaptado).

 

Nesse documento oficial, à época do Estado Novo (1937-1945), é apresentada uma concepção de organização sindical que

a) elimina os conflitos no ambiente das fábricas.   

b) limita os direitos associativos do segmento patronal.   

c) orienta a busca do consenso entre trabalhadores e patrões.   

d) proíbe o registro de estrangeiros nas entidades profissionais do país.   

e) desobriga o Estado quanto aos direitos e deveres da classe trabalhadora.   

 

11. (Enem 2012)  O que o projeto governamental tem em vista é poupar à Nação o prejuízo irreparável do perecimento e da evasão do que há de mais precioso no seu patrimônio. Grande parte das obras de arte até mais valiosas e dos bens de maior interesse histórico, de que a coletividade brasileira era depositária, têm desaparecido ou se arruinado irremediavelmente. As obras de arte típicas e as relíquias da história de cada país não constituem o seu patrimônio privado, e sim um patrimônio comum de todos os povos.

 

ANDRADE, R. M. F. Defesa do patrimônio artístico e histórico. O Jornal, 30 out. 1936. In: ALVES FILHO, I. Brasil, 500 anos em documentos. Rio de Janeiro: Mauad, 1999 (adaptado).

 

A criação no Brasil do Serviço do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (SPHAN), em 1937, foi orientada por ideias como as descritas no texto, que visavam

a) submeter a memória e o patrimônio nacional ao controle dos órgãos públicos, de acordo com a tendência autoritária do Estado Novo.   

b) transferir para a iniciativa privada a responsabilidade de preservação do patrimônio nacional, por meio de leis de incentivo fiscal.   

c) definir os fatos e personagens históricos a serem cultuados pela sociedade brasileira, de acordo com o interesse público.   

d) resguardar da destruição as obras representativas da cultura nacional, por meio de políticas públicas preservacionistas.   

e) determinar as responsabilidades pela destruição do patrimônio nacional, de acordo com a legislação brasileira.   

 

12. (Enem 2012) 

Elaborado pelos partidários da Revolução Constitucionalista de 1932, o cartaz apresentado pretendia mobilizar a população paulista contra o governo federal.

Essa mobilização utilizou-se de uma referência histórica, associando o processo revolucionário

a) à experiência francesa, expressa no chamado à luta contra a ditadura.   

b) aos ideais republicanos, indicados no destaque à bandeira paulista.   

c) ao protagonismo das Forças Armadas, representadas pelo militar que empunha a bandeira.   

d) ao bandeirantismo, símbolo paulista apresentado em primeiro plano.   

e) ao papel figurativo de Vargas na política, enfatizado pela pequenez de sua figura no cartaz.   

 

13. (Enem 2011)  É difícil encontrar um texto sobre a Proclamação da República no Brasil que não cite a afirmação de Aristides Lobo, no Diário Popular de São Paulo, de que “o povo assistiu àquilo bestializado”. Essa versão foi relida pelos enaltecedores da Revolução de 1930, que não descuidaram da forma republicana, mas realçaram a exclusão social, o militarismo e o estrangeirismo da fórmula implantada em 1889. Isto porque o Brasil brasileiro teria nascido em 1930.

 

MELLO, M. T. C. A república consentida: cultura democrática e científica no final do Império. Rio de Janeiro: FGV, 2007 (adaptado).

 

O texto defende que a consolidação de uma determinada memória sobre a Proclamação da República no Brasil teve, na Revolução de 1930, um de seus momentos mais importantes. Os defensores da Revolução de 1930 procuraram construir uma visão negativa para os eventos de 1889, porque esta era uma maneira de

a) valorizar as propostas políticas democráticas e liberais vitoriosas.   

b) resgatar simbolicamente as figuras políticas ligadas à Monarquia.   

c) criticar a política educacional adotada durante a República Velha.   

d) legitimar a ordem política inaugurada com a chegada desse grupo ao poder.   

e) destacar a ampla participação popular obtida no processo da Proclamação.   

 

14. (Enem 2010)  De março de 1931 a fevereiro de 1940, foram decretadas mais de 150 leis novas de proteção social e de regulamentação do trabalho em todos os seus setores.

Todas elas têm sido simplesmente uma dádiva do governo. Desde aí, o trabalhador brasileiro encontra nos quadros gerais do regime o seu verdadeiro lugar.

 

DANTAS, M. A força nacionalizadora do Estado Novo. Rio de Janeiro: DIP, 1942. Apud BERCITO, S. R. Nos Tempos de Getulio: da revolução de 30 ao fim do Estado Novo. São

Paulo: Atual, 1990.

 

A adoção de novas políticas públicas e as mudanças jurídico-institucionais ocorridas no Brasil, com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder, evidenciam o papel histórico de certas lideranças e a importância das lutas sociais na conquista da cidadania. Desse processo resultou a

a) criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio, que garantiu ao operariado autonomia para o exercício de atividades sindicais.   

b) legislação previdenciária, que proibiu migrantes de ocuparem cargos de direção nos sindicatos   

c) criação da Justiça do Trabalho, para coibir ideologias consideradas perturbadoras da "harmonia social".   

d) legislação trabalhista que atendeu reivindicações dos operários, garantido-lhes vários direitos e formas de proteção.   

e) decretação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que impediu o controle estatal sobre as atividades políticas da classe operária.   

 

15. (Enem 2009)  A partir de 1942 e estendendo-se até o final do Estado Novo, o Ministro do Trabalho, Indústria e Comércio de Getúlio Vargas falou aos ouvintes da Rádio Nacional semanalmente, por dez minutos, no programa “Hora do Brasil”. O objetivo declarado do governo era esclarecer os trabalhadores acerca das inovações na legislação de proteção ao trabalho.

GOMES, A. C. A invenção do trabalhismo. Rio de Janeiro: IUPERJ / Vértice. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1988 (adaptado).

 

Os programas “Hora do Brasil” contribuíram para

a) conscientizar os trabalhadores de que os direitos sociais foram conquistados por seu esforço, após anos de lutas sindicais.   

b) promover a autonomia dos grupos sociais, por meio de uma linguagem simples e de fácil entendimento.   

c) estimular os movimentos grevistas, que reivindicavam um aprofundamento dos direitos trabalhistas.   

d) consolidar a imagem de Vargas como um governante protetor das massas.   

e) aumentar os grupos de discussão política dos trabalhadores, estimulados pelas palavras do ministro.   

 

16. (Enem 2009)  O autor da constituição de 1937, Francisco Campos, afirma no seu livro, O Estado Nacional, que o eleitor seria apático; a democracia de partidos conduziria à desordem; a independência do Poder Judiciário acabaria em injustiça e ineficiência; e que apenas o Poder Executivo, centralizado em Getúlio Vargas, seria capaz de dar racionalidade imparcial ao Estado, pois Vargas teria providencial intuição do bem e da verdade, além de ser um gênio político.

CAMPOS, F. O Estado nacional. Rio de Janeiro: José Olympio, 1940 (adaptado).

 

Segundo as ideias de Francisco Campos,

a) os eleitores, políticos e juízes seriam malintencionados.   

b) o governo Vargas seria um mal necessário, mas transitório.   

c) Vargas seria o homem adequado para implantar a democracia de partidos.   

d) a Constituição de 1937 seria a preparação para uma futura democracia liberal.   

e) Vargas seria o homem capaz de exercer o poder de modo inteligente e correto.   

 

17. (Enem 1998)  A figura de Getúlio Vargas, como personagem histórica, é bastante polêmica, devido à complexidade e à magnitude de suas ações como presidente do Brasil durante um longo período de quinze anos (1930-1945). Foram anos de grandes e importantes mudanças para o país e para o mundo. Pode-se perceber o destaque dado a Getúlio Vargas pelo simples fato de este período ser conhecido no Brasil como a "Era Vargas".

 

Entretanto, Vargas não é visto de forma favorável por todos. Se muitos o consideram como um fervoroso nacionalista, um progressista ativo e o "Pai dos Pobres", existem outros tantos que o definem como ditador oportunista, um intervencionista e amigo das elites.

Considerando as colocações apresentadas, responda à questão seguinte, assinalando a alternativa correta:

 

Provavelmente você percebeu que as duas opiniões sobre Vargas são opostas, defendendo valores praticamente antagônicos. As diferentes interpretações do papel de uma personalidade histórica podem ser explicadas, conforme uma das opções a seguir. Assinale-a.

a) Um dos grupos está totalmente errado, uma vez que a permanência no poder depende de ideias coerentes e de uma política contínua.   

b) O grupo que acusa Vargas de ser ditador está totalmente errado. Ele nunca teve uma orientação ideológica favorável aos regimes politicamente fechados e só tomou medidas duras forçado pelas circunstâncias.   

c) Os dois grupos estão certos. Cada um mostra Vargas da forma que serve melhor aos seus interesses, pois ele foi um governante apático e fraco - um verdadeiro marionete nas mãos das elites da época.   

d) O grupo que defende Vargas como um autêntico nacionalista está totalmente enganado. Poucas medidas nacionalizantes foram tomadas para iludir os brasileiros, devido à política populista do varguismo, e ele fazia tudo para agradar aos grupos estrangeiros.   

e) Os dois grupos estão errados, por assumirem características parciais, e às vezes conjunturais, como sendo posturas definitivas e absolutas.   

 

Gabarito:  

 

Resposta da questão 1:
 [E]

 

 

Resposta da questão 2:
 [D]

 

Resposta da questão 3:
 [D]

 

 

Resposta da questão 4:
 [A]

 

 

Resposta da questão 5:
 [B]

 

 

Resposta da questão 6:
 [E]

 

 

Resposta da questão 7:
 [C]

 

Resposta da questão 8:
 [B]

 

Resposta da questão 9:
 [E]

 

Resposta da questão 10:
 [C]

 

 

Resposta da questão 11:
 [D]

 

Resposta da questão 12:
 [D]

 

 

Resposta da questão 13:
 [D]

 

Resposta da questão 14:
 [D]

 

 

Resposta da questão 15:
 [D]

 

 

Resposta da questão 16:
 [E]

 

Resposta da questão 17:
 [E]

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