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Resumo de História: Leonardo da Vinci e Michelangelo mestres do Renascimento

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Resumo de História: Leonardo da Vinci e Michelangelo mestres do Renascimento

Leonardo da Vinci e Michelangelo

Se localize:

Tempo – Séculos XV e XVI (Idade Moderna)
Espaço – Itália (Florença)

 

Leonardo da Vinci

É impossível falar de Renascimento Cultural sem lembrar de dois nomes: Leonardo da Vinci e Michelangelo. Mas por que ambos são tão simbólicos a ponto de representar um movimento repleto de outros artistas talentosos como Rafael Sanzio, Caravaggio e Botticelli?

A resposta é simples: ambos foram grandes mestres e suas obras ficaram marcadas na história como o ápice da produção renascentista, tanto em técnica, quanto em conteúdo. Isso não significa, claro, que eles sejam os únicos, mas se tornou impossível compreender o Renascimento sem conhece-los.

Leonardo da Vinci viveu de 1452 a 1519 e foi um artista quase completo e muito engenhoso, de muitas facetas. Como bom humanista, da Vinci foi um estudioso da cultura greco-romana e em suas obras é possível perceber um extenso conhecimento de  geometria (nas proporções, no ponto de fuga e na perspectiva), de medicina (na anatomia humana e animal), de física (na mecânica de suas invenções e na ótica para compreender a luz) e de química (na mistura das tintas).

Por isso, da Vinci foi capaz de inovar e de ensinar gerações de discípulos que passaram por sua oficina. Ele descobriu coisas incríveis, quase ou totalmente desconhecidas pelos europeus da época, como aspectos importantes da anatomia humana, que abrangiam conhecimento muscular, circulação sanguínea e o funcionamento dos nossos órgãos internos, incluindo o processo de fertilidade feminina.

Ele também foi um inventor capaz de compreender a mecânica dos movimentos, como do voo e até mesmo das máquinas de guerra. Claro, devido às limitações materiais algumas de suas invenções não foram absolutamente bem-sucedidas na época, mas serviram como inspiração para os homens do futuro, mais equipados e tecnologicamente avançados.

Como pintor e arquiteto, da Vinci procurou entender e expor a natureza, tanto a externa, quanto a humana - seus sentimentos e expressões. Suas obras mais famosas, como “A Última Ceia” e “Mona Lisa” nos mostram claramente isso na riqueza de detalhes e na busca incessante pela perfeição e por valorizar o homem como um elemento central da natureza criada por Deus.

Michelangelo

Michelangelo viveu entre 1475 e 1564 e foi contemporâneo e conterrâneo de Leonardo da Vinci na cidade de Florença, onde, diziam, chegaram a ser rivais, apesar de Leonardo ser alguns bons anos mais velho.

Dono de uma obra muito extensa, entre a arquitetura, a escultura e a pintura, Michelangelo também foi um artista de muitos talentos e é incrível imaginar que uma mesma cidade (Florença) tenha abrigado dois dos maiores gênios da civilização ocidental ao mesmo tempo. Uma de suas mais importantes obras é o conjunto de afrescos que cobre o teto da Capela Sistina, na cidade do Vaticano, um trabalho incrível e que revela todo conhecimento de luz e perspectiva do autor.

Michelangelo foi também um escultor singular, provavelmente um dos maiores de todos os tempos. Dentre suas obras em mármore mais conhecidas, destacam-se a “Pietá”, localizada na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o “David”, que hoje se encontra no Museu de Belas Artes de Florença e “Moisés”, que está na igreja San Pietro in Vincoli, em Roma.

As esculturas de Michelangelo são conhecidas por seu incrível realismo e por conseguirem transmitir diversos sentimentos e sensações humanos como tristeza, força, poder e entrega. Não é à toa que o próprio Michelangelo, ao finalizar o seu Moisés, disse em italiano, “Parla!” (“Fala!”). O realismo da sua obra era tão impressionante, que de fato só faltava falar.

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